Filosofia de Investimento
Cada empresa é analisada em profundidade, com foco principal nos fatores que determinam o risco do investimento.
Volatilidade de preço não é risco. Risco é perder capital de forma definitiva — e é exatamente isso que nosso processo busca evitar.
A baixa sobreposição da carteira com pares reflete convicções construídas internamente, sem influência do consenso ou do ruído de mercado.
Alocamos capital exclusivamente quando identificamos margem de segurança robusta, otimizando a relação risco-retorno em cada posição.
Capital relevante dos sócios e da equipe investido no fundo. A remuneração incentiva reinvestimento e alinha interesses com os cotistas.
Pensamos no longo prazo. Isso nos permite comprar com calma quando outros vendem por pânico — e colher os resultados quando o valor se realiza.
Construção de Carteira
Previsibilidade do fluxo de caixa · Profundidade do conhecimento sobre o negócio · Nível de alavancagem · Risco agregado da carteira
Aproveitamos a volatilidade do mercado brasileiro para comprar boas empresas a preços mais atrativos.
Por que concentramos a carteira?
A relação risco-retorno da bolsa brasileira é historicamente desfavorável frente ao CDI. O retorno ex-ante precisa ser substancialmente superior para justificar o risco de investir em ações no Brasil.
O universo de boas oportunidades na bolsa brasileira é restrito. Forçar diversificação acima desse limite dilui a qualidade da carteira e adiciona risco desnecessário.
A qualidade da análise do gestor é reduzida quando se monitora muitas empresas. Foco em 8 a 12 nomes permite conhecimento real do negócio, reduzindo riscos que passam despercebidos em carteiras maiores.
Mário Galvão e a Itera Capital têm um histórico sólido na identificação de oportunidades fora do radar, que geraram retornos expressivos ao longo do tempo.
Carteira