Filosofia de Investimento

Seis princípios que sustentam nosso processo.

01

Análise proprietária profunda

Cada empresa é analisada em profundidade, com foco principal nos fatores que determinam o risco do investimento.

02

Risco é perda permanente

Volatilidade de preço não é risco. Risco é perder capital de forma definitiva — e é exatamente isso que nosso processo busca evitar.

03

Independência do consenso

A baixa sobreposição da carteira com pares reflete convicções construídas internamente, sem influência do consenso ou do ruído de mercado.

04

Margem de segurança elevada

Alocamos capital exclusivamente quando identificamos margem de segurança robusta, otimizando a relação risco-retorno em cada posição.

05

Alinhamento de capital

Capital relevante dos sócios e da equipe investido no fundo. A remuneração incentiva reinvestimento e alinha interesses com os cotistas.

06

Disciplina e paciência

Pensamos no longo prazo. Isso nos permite comprar com calma quando outros vendem por pânico — e colher os resultados quando o valor se realiza.

Construção de Carteira

Concentração como escolha deliberada.

Dimensionamento das posições
Posições core 15–25%
Acima de 15% do PL
Posições intermediárias 8–15%
8% a 15% do PL
Exploratórias / apostas 0–8%
Até 8% do PL
Parâmetros
8–12 papéis em carteira
50–70% top 5 posições
2–3 anos holding médio esperado
70–90% exposição típica
Framework proprietário de risco

Previsibilidade do fluxo de caixa · Profundidade do conhecimento sobre o negócio · Nível de alavancagem · Risco agregado da carteira

Aproveitamos a volatilidade do mercado brasileiro para comprar boas empresas a preços mais atrativos.

Por que concentramos a carteira?

Quatro motivos por trás da decisão.

01

Retorno ajustado ao risco adequado

A relação risco-retorno da bolsa brasileira é historicamente desfavorável frente ao CDI. O retorno ex-ante precisa ser substancialmente superior para justificar o risco de investir em ações no Brasil.

02

Universo de investimento limitado no Brasil

O universo de boas oportunidades na bolsa brasileira é restrito. Forçar diversificação acima desse limite dilui a qualidade da carteira e adiciona risco desnecessário.

03

Qualidade analítica superior

A qualidade da análise do gestor é reduzida quando se monitora muitas empresas. Foco em 8 a 12 nomes permite conhecimento real do negócio, reduzindo riscos que passam despercebidos em carteiras maiores.

04

Track record em alocações fora do radar

Mário Galvão e a Itera Capital têm um histórico sólido na identificação de oportunidades fora do radar, que geraram retornos expressivos ao longo do tempo.

Carteira

Posicionamento atual.

Base: 30/06/2026
Exposição em Ações
69,5% do PL
Múltiplos Ponderados da Carteira
16,5% IRR — Taxa de retorno real
6,8× P/E 2026
5,7× P/E 2027
Alocação por Setor
Caixa
30,6%
Real Estate
27,0%
Financials
18,9%
Healthcare
11,5%
Education
4,3%
Utilities
4,1%
Oil and Gas
3,6%